<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Tabela Periódica</title>
	<atom:link href="http://www.tabelaperiodica.org/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.tabelaperiodica.org</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 02 Sep 2010 13:37:07 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
		<item>
		<title>Um copo de antimônio</title>
		<link>http://www.tabelaperiodica.org/um-copo-de-antimonio/</link>
		<comments>http://www.tabelaperiodica.org/um-copo-de-antimonio/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 17:14:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tabelaperiodica.org/?p=1027</guid>
		<description><![CDATA[Amostra de 2gramas de antimônio Pequenos copos feitos com o metal antimônio eram populares na época de 1600, e eram utilizados como uma forma de eliminar doenças do corpo. A receita era simples, bastava deixar um pouco de vinho descansando durante a noite dentro deste copo, e então tomar uma certa quantidade do líquido no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://images-of-elements.com/antimony.php"><img src="http://www.tabelaperiodica.org/wp-content/uploads/2010/08/amostra-antimonio-images.jpg" alt="metal" title="amostra de antimônio" width="200" height="200" class="alignnone size-full wp-image-1041" /></a><br />
<em>Amostra de 2gramas de antimônio</em> </p>
<p> Pequenos copos feitos com o metal <strong><a href="http://www.tabelaperiodica.org/antimonio/">antimônio</a></strong> eram populares na época de 1600, e eram utilizados como uma forma de eliminar doenças do corpo. A receita era simples, bastava deixar um pouco de vinho descansando durante a noite dentro deste copo, e então tomar uma certa quantidade do líquido no dia seguinte.</p>
<p>Por ser tóxico, o antimônio presente no vinho causava suor e vômitos, e acreditava-se que esta reação poderia ser uma forma de purgar as doenças. Tal efeito era talvez causado pela formação de <em>tartarato de antimônio e potássio</em> em uma reação do ácido tartárico presente no vinho com as paredes metálicas do recipiente.</p>
<p>Já a forma de um copo poderia ser uma forma de burlar as restrições ao uso de tratamentos a base de antimônio. Pois no período de 1560 a 1660, descrito como o ´Conflito do antimônio´ (Antimony war), existia uma disputa entre duas correntes da medicina, uma defendendo e outra criticando o uso de medicamentos contendo este metal. E tal conflito reunia diversos outros fatores e interesses, que iam além da constatação da eficácia ou toxicidade.</p>
<p>Outra forma de administrar o antimônio era por meio de pílulas metálicas, que eram engolidas com o objetivo de induzir a evacuação. E a história conta que a pílula poderia ser recuperada após a eliminação, lavada e guardada para um próximo uso. Este método podia ser repetido várias vezes e uma destas pílulas poderia ser passada de geração a geração.</p>
<p>Na medicina, substâncias a base de antimônio ainda encontram lugar em certos tratamentos, <a href="http://qnesc.sbq.org.br/online/cadernos/06/a07.pdf">como por exemplo no combate à leishmaniose</a>.  </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tabelaperiodica.org/um-copo-de-antimonio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ununóctio</title>
		<link>http://www.tabelaperiodica.org/ununoctio/</link>
		<comments>http://www.tabelaperiodica.org/ununoctio/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 14:11:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Elementos]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo 18]]></category>
		<category><![CDATA[Orbital p]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tabelaperiodica.org/?p=1035</guid>
		<description><![CDATA[Uuo Número atômico: 118 Massa atômica: 293 u (provável) Mais informações Este vídeo possui legendas em português. Se não está conseguindo ver as legendas, clique aqui e aprenda como ativar a visualização.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Uuo</h1>
<p>Número atômico: 118<br />
Massa atômica: 293 u (provável)</p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Unun%C3%B3ctio">Mais informações</a></p>
<p>Este vídeo possui legendas em português. Se não está conseguindo ver as legendas, <a href="http://www.tabelaperiodica.org/vendo-legendas-em-portugues-no-youtube/">clique aqui e aprenda como ativar a visualização</a>.<br />
<object width="640" height="505"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Stxor9L00BU?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Stxor9L00BU?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="505"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tabelaperiodica.org/ununoctio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ununséptio</title>
		<link>http://www.tabelaperiodica.org/ununseptio/</link>
		<comments>http://www.tabelaperiodica.org/ununseptio/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 14:03:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Elementos]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo 17]]></category>
		<category><![CDATA[Orbital p]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tabelaperiodica.org/?p=1031</guid>
		<description><![CDATA[Uus Número atômico: 117 Massa atômica: [291] u (previsão) Mais informações Este vídeo possui legendas em português. Se não está conseguindo ver as legendas, clique aqui e aprenda como ativar a visualização.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Uus</h1>
<p>Número atômico: 117<br />
Massa atômica: [291] u (previsão)</p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ununs%C3%A9ptio">Mais informações</a></p>
<p>Este vídeo possui legendas em português. Se não está conseguindo ver as legendas, <a href="http://www.tabelaperiodica.org/vendo-legendas-em-portugues-no-youtube/">clique aqui e aprenda como ativar a visualização</a>.<br />
<object width="640" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5kVyOd-F5q0?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/5kVyOd-F5q0?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="385"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tabelaperiodica.org/ununseptio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pu de Plutônio</title>
		<link>http://www.tabelaperiodica.org/pu-de-plutonio/</link>
		<comments>http://www.tabelaperiodica.org/pu-de-plutonio/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 18:11:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tabelaperiodica.org/?p=978</guid>
		<description><![CDATA[O plutônio é tão interessante em sua história, que mereceu até um livro intitulado ´Plutonium: A History of the World&#8217;s Most Dangerous Element ´ (Plutônio: A história do elemento mais perigoso do mundo) ainda não disponível em português). Aos poucos vamos abordar algumas destas interessantes histórias envolvendo o elemento. O nome do elemento, e a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tabelaperiodica.org/wp-content/uploads/2010/08/plutonio-tabela-simbolo.jpg" alt="plutônio na tabela periódica" title="simbolo elemento plutônio" width="142" height="142" class="alignnone size-full wp-image-982" /><br />
O plutônio é tão interessante em sua história, que mereceu até um livro intitulado ´<a href="http://www.amazon.com/Plutonium-History-Worlds-Dangerous-Element/dp/0801475171/">Plutonium: A History of the World&#8217;s Most Dangerous Element </a>´ (Plutônio: A história do elemento mais perigoso do mundo) ainda não disponível em português).<br />
Aos poucos vamos abordar algumas destas interessantes histórias envolvendo o elemento.</p>
<p><img src="http://www.tabelaperiodica.org/wp-content/uploads/2010/08/capa-livro-plutonium.jpg" alt="49" title="capa livro " width="188" height="300" class="alignnone size-full wp-image-983" /></p>
<p>O nome do elemento, e a sua abreviação, Pu, reservam a primeira surpresa. Na época, um elemento anteriormente descoberto tinha sido o Netúnio, batizado com este nome por causa do planeta Netuno (que não possui o elemento netúnio na sua composição). Portanto nada mais lógico do que optar pela sequência e batizar este novo elemento em homenagem ao planeta Plutão (1), com o nome de Plutônio. </p>
<p>É fácil perceber que a abreviação mais óbvia para o elemento seria <strong>Pl</strong>. Mas contam que escolheram a abreviação <strong>Pu</strong>, após uma sugestão dada por Glenn Seaborg,  que preferiu o <strong>Pu</strong> por causa da semelhança do som que uma criança faz ao sentir um cheiro ruim, ´ Pee-yoo!´. Que enfatizaria o lado ruim do elemento. Em inglês <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/P.U.">P.U.</a> é uma abreviação estilizada para o som de nojo &#8220;pew!&#8221; ou &#8220;pee-you!&#8221; (no Brasil usamos comumente o ´Fui!´). Talvez contou pontos na aceitação da sugestão Seaborg ser um dos principais cientistas que trabalhou na equipe que sintetizou a primeira amostra do elemento.</p>
<p>Os pesquisadores na área criaram um clube, o <em><strong>UPPU</strong> &#8211; You Pee Plutonium</em>, ou seja, ´Você urina plutônio´. Tal era o envolvimento com este periogoso elemento, que pequenos acidentes e descuidos levaram à preocupação em como monitorar o nível de intoxicação, e um dos métodos escolhidos foi a análise da urina. Na época 27 pessoas fizeram parte deste nada saudável clube UUPU. E atualmente a análise da urina continua sendo um método interessante para o monitoramento da presença de plutônio no metabolismo.</p>
<p>E porque a capa de um livro teria escrito o número 49? O plutônio possui o número atômico 94. Seria o número invertido? Para os curiosos deixo esta história para um futuro texto.</p>
<p><em><strong>(1)</strong> Recentemente Plutão perdeu o status de planeta e passou a ser chamado de planeta anão. Isto por uma decisão da União Astronômica Internacional.</em></p>
<p><a href="http://www.tabelaperiodica.org/plutonio/">Vejas as informações básicas sobre o elemento.</a><br />
E o falso <a href="http://scienceblogs.com.br/massacritica/2009/04/plutonio_organico.php">plutônio orgânico</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tabelaperiodica.org/pu-de-plutonio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Hélio líquido</title>
		<link>http://www.tabelaperiodica.org/helio-liquido/</link>
		<comments>http://www.tabelaperiodica.org/helio-liquido/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 24 Jul 2010 18:26:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tabelaperiodica.org/?p=920</guid>
		<description><![CDATA[Nesta série de vídeos sobre o hélio líquido (isótopo 4), Alfred Leitner, da Michigan State University, demonstra as propriedades e suas em temperaturas extremamente baixas. Parte 1 Sobre o equipamento utilizado nos experimentos Parte 2 Um pouco sobre as propriedades do hélio líquido Transcrição dos vídeos: Hélio Líquido II O superfluído Demonstrações por Alfred Leitner [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta série de vídeos sobre o hélio líquido (isótopo 4), Alfred Leitner, da Michigan State University, demonstra as propriedades  e suas em temperaturas extremamente baixas.</p>
<p><strong>Parte 1</strong><br />
Sobre o equipamento utilizado nos experimentos<br />
<object width="640" height="505"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/eADmkPc5nfc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?color1=0x402061&amp;color2=0x9461ca"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/eADmkPc5nfc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?color1=0x402061&amp;color2=0x9461ca" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="505"></embed></object></p>
<p><strong>Parte 2</strong><br />
Um pouco sobre as propriedades do hélio líquido<br />
<object width="640" height="505"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/6GaoxM51D2c&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?color1=0x402061&amp;color2=0x9461ca"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/6GaoxM51D2c&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?color1=0x402061&amp;color2=0x9461ca" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="505"></embed></object></p>
<p><strong>Transcrição dos vídeos:</strong></p>
<p>Hélio Líquido II<br />
O superfluído</p>
<p>Demonstrações por Alfred Leitner &#8211; Departamento de Física Universidade do Estado de Michigan </p>
<p>Nós apenas transferimos um pouco do nosso hélio líquido de nosso reservatório para o equipamento.<br />
Hélio é uma substância notável ela tem duas fases líquidas diferentes e de fácil distinção, uma quente e uma mais fria. A quente é chamada de hélio líquido I e a fase mais fria chamada de hélio líquido II. </p>
<p>As duas fases são diferentes, devido um ponto de temperatura de transição chamado ponto lambda quando o hélio líquido é resfriado passando pelo ponto lambda, transição do hélio I para o hélio II é claramente visível. Nós vamos  mostrar para você, mais tarde nesse filme.</p>
<p>Os dois líquidos comportam-se diferente de quaisquer outros líquidos<br />
embora podemos dizer que o comportamento do hélio I, o de fase mais quente, se aproxima do comportamento de líquidos comuns mas é o hélio II, o de fase mais fria, que é realmente diferente, por isso ele é chamado de superfluido.</p>
<p>A temperatura envolvida quando trabalhando com o hélio liquido é muito baixa, Hélio entra  em ebulição em 4.2K, em condições de pressão atmosférica. E o ponto lambda permanece em 2.17K Perceba que isso corresponde a -269ºC e a -271ºC.</p>
<p>As propriedades do hélio líquido que estou façando para você, são características de um isótopo mais pesado o hélio IV. O elemento ocorre em dois isótopos estáveis, o segundo e mais leve é o hélio III é muito raro, sua abundância é apenas de uma parte por 10 milhões. Hélio líquido puro III  é objeto de estudo intenso no momento presente. Mas até agora nenhuma fase secundária do superfluido foi encontrado para o hélio III.</p>
<p>A baixa temperatura na qual estaremos trabalhando pede por um recipiente bem isolado. O Dewar preenche os requisitos. A palavra<br />
Dewar é o nome científico dado a um recipiente de paredes duplas, com um espaço entre as paredes com vácuo. Quando esses Dewars são feitos de vidro a superfície do espaço interno é feito de prata<br />
Para reduzir a transferência de calor por radiação, embora os nossos Dewars precisam ser transparentes, para que possamos ver o que ocorre dentro. O hélio líquido é normalmente guardado em<br />
Dewars de parede dupla. O sistema é bem simples, é só colocar um<br />
dentro do outro. Desta maneira. No Dewar interno nós colocamos o hélio líquido e no espaço entre o Dewar interno e a externo nós colocamos um suprimento de ar líquido. Aqui temos um Dewar duplo, exatamente com a qual iremos usar nos experimentos de<br />
demonstração. O Dewar interno está cheio de hélio líquido,<br />
o Dewar externo contem ar líquido. O ponto normal de ebulição do ar líquido é de 80K, 75ºC mais quente que o hélio líquido, O propósito do ar líquido é o de envolver.Primeiro nós colocamos ar no Dewar externo,<br />
para depois colocar o hélio líquido no Dewar interno, desse jeito<br />
o Dewar interno está pré-resfriado.Depois mantemos um suprimento de ar líquido  no Dewar externo, por que provem um manto de proteção adicional de isolamento. Agora que o hélio líquido está no Dewar interno.<br />
A ebulição do ar líquido está ligado ao fato de estar absorvendo calor que entra no Dewar. Até com a ebulição do ar líquido, o hélio líquido<br />
é claramente visível. Mais tarde usaremos o ar líquido abaixo do ponto de ebulição,para re-uso ou eliminar as bolhas do ar para garantir uma melhor visibilidade. </p>
<p>Agora o ar líquido é resfriado e nós eliminamos a ebulição, as pequenas bolhas do hélio líquido são claramente visíveis. A cobertura da Dewar interna tem um tampão, que no momento está aberto. O hélio líquido está em pressão atmosférica. Então sua temperatura é 4.2K. </p>
<p>Em outras palavras o que nós temos agora é hélio líquido I, a fase mais quente, antes de resfriar-lo, para olhar a fase do superfluído,<br />
quero que nós visualizemos as propriedades propriedades do hélio líquido I.</p>
<p>Falei para vocês anteriormente que até o hélio I é diferente dos outros líquidos. A distância entre os átomos vizinhos são bem amplas. Os átomos não estão estreitamente empacotados como nos fluidos clássicos, e a razão para isso é mecânica quântica. O ponto de energia zero é relativamente mais importante aqui, do que em qualquer outro líquido. Como conseqüência o hélio líquido tem uma densidade, em massa, muito baixa, apenas cerca de 30% da densidade da água e tem também densidade óptica muito baixa, o índice de refração é bem perto de 1. Isso torna difícil de ver com o olho nu em condições normais de luminosidade. Vc deve estar familiarizado com o fato de que o átomo de hélio possui estrutura atômica fechada. Isso explica por que ele é um elemento  quimicamente inerte. Isto também conta para o fato de uma pequena força que atrai os átomos vizinhos de hélio a chamada força de Van Der Waals, é fraca, desse jeito gastamos pouca energia para separarmos dois átomos de hélio , como por exemplo, na evaporação.</p>
<p>Isto confere ao hélio líquido um calor latente de evaporação muito baixo<br />
apenas 5 cal  são precisas para evaporar 1 grama, comparado com a água que precisa de 500 a 600 cal por grama. A fraca força de Van Der Waals combinada com o ponto zero de energia, também contribui para o fato hélio líquido não congelar e não se solidificar em pressões normais.<br />
Não importa o quanto o resfriarmos. Contudo, o hélio foi solidificado em<br />
altas pressões. O hélio líquido no Dewar esta a 4.2K, nós agora queremos baixar a temperatura até o ponto lambda, e mostrar a transição para a fase do superfluido, nosso método irá resfriar por evaporação através de uma bomba de vácuo. </p>
<p>Agora, o ponto lambda fica em 2.2K, 2K mais frio que a temperatura deste líquido. Mais uma vez, não muito calor é necessário<br />
remover do hélio líquido, dentro do Dewar.</p>
<p>Para levar até o ponto lambda, precisa de apenas 250 cal. Não pense que o processo de resfriamento é fácil, pelo contrário, é difícil. Mais de um terço do líquido na Dewar tem que ser bombeada na forma de vapor<br />
antes de se chegar abaixo do ponto lambda. </p>
<p>Isso requer um monte de bombeamento, isso explica essa grande e poderosa bomba de vácuo aqui. Até com essa bomba o processo leva um tempo considerável. Deixei me explicar por que é tão difícil chegar ao ponto lambda. Eu já mencionei anteriormente que o hélio líquido tem calor de evaporação muito pequeno. Apenas 5 calorias por grama.<br />
Ao mesmo tempo, o hélio líquido em 4,2K, tem um calor específico muito alto, quase 1 caloria por grama. Portanto, um grama do vapor bombado, carrega somente uma quantidade de calor que pode esfriar somente<br />
cinco ou seis gramas de hélio líquido, em 1 K. Isto não é muito esfriamento. É menos, por um fator de quase 100, que quando resfriamos a água por evaporação. A situação é ainda pior quando o processo de resfriamento está abaixo de 4.2K pq o calor específico do hélio líquido aumenta muito quando nos aproximamos de 2,17K, o ponto lambda. O calor de vaporização permanece quase o mesmo. Então uma certa quantidade de vapor produz menos e menos resfriamento conforme nos aproximamos de 2,17K.</p>
<p> Nosso termômetro aqui é um manômetro de baixa pressão, conectado a um espaço acima do hélio líquido, a agulha registra a pressão lá, que é a pressão de vapor saturado do hélio líquido. O manômetro é calibrado<br />
para a temperatura correspondente. Nós chamamos de termômetro por pressão de vapor. Quando nos aproximamos de 2,17K a ebulição torna-se muito violenta. Repentinamente ela para. Esta é a transição. O líquido agora é o hélio II, a evaporação continua, mas não tem mais ebulição. </p>
<p>Líquidos comuns, como a água neste becker, entram em ebulição por causa da baixa condutividade de calor, antes do calor ser transportado de um ponto a um local mais frio no líquido, bolhas de vapor podem se<br />
formar. Hélio I tem o comportamento de líquidos comuns neste aspecto. A ausência de ebulição no hélio II revela que essa fase age como se tivesse uma alta condutividade térmica. Como de fato o hélio líquido passa pelo ponto de transição lambda como vimos, a condutividade térmica aumenta por um fantástico fator de um milhão. A condutividade térmica do hélio II é muitas vezes maior do que elementos  como a prata e o cobre que, entre os sólidos,  são os melhores condutores de calor e ainda, aqui tratamos de um líquido! Por isso o hélio merece o título de superfluido.</p>
<p>Na verdade, o modo como o hélio II transporta essas grandes quantidades de calor tão rapidamente, é totalmente diferente dos conceitos clássicos da condutividade térmica. Voltarei com esse assunto mais tarde, junto com o experimento da demonstração do<br />
´second sound´ no hélio II. Lembre, que esta grande mudança na condutividade térmica, ocorre em uma temperatura fixa de transição. O ponto lambda. A troca aqui é de fase é de um líquido para outro líquido.<br />
Como dissemos antes, o calor específico do hélio líquido é muito grande<br />
no ponto lambda. De fato, ele comporta-se semelhante mesmo abaixo do ponto lambda e cai novamente, muito rapidamente, com  a temperatura. Esta descontinuidade no calor específico é outro aspecto do fato que estamos lidando com uma mudança de fase<br />
na substância. Além disso, a curva se parece com a letra grega lambda. E a temperatura de transição recebeu seu nome do formato desta<br />
curva. </p>
<p><strong>Em breve estarão disponíveis as outras partes desta série de vídeos.</strong></p>
<p>Fique atento, por ser um vídeo antigo algumas das informações podem não estar totalmente corretas.</p>
<p>Veja mais:<br />
<a href="http://www.tabelaperiodica.org/helio/">Hélio </a></p>
<p>Os vídeos de Alfred Leitner estão livres para download pelo site<br />
<a href="http://alfredleitner.com/">http://alfredleitner.com/</a></p>
<p><em>Transcrição realizada com auxílio de Dison Franco.</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tabelaperiodica.org/helio-liquido/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ununhéxio</title>
		<link>http://www.tabelaperiodica.org/ununhexio/</link>
		<comments>http://www.tabelaperiodica.org/ununhexio/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 17 Jul 2010 12:33:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Elementos]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo 16]]></category>
		<category><![CDATA[Orbital p]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tabelaperiodica.org/?p=931</guid>
		<description><![CDATA[Uuh Número atômico: 116 Massa atômica: [292] u (provável) Mais informações Este vídeo possui legendas em português. Se não está conseguindo ver as legendas, clique aqui e aprenda como ativar a visualização.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Uuh</h1>
<p>Número atômico: 116<br />
Massa atômica: [292] u (provável)</p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ununh%C3%A9xio">Mais informações</a></p>
<p>Este vídeo possui legendas em português. Se não está conseguindo ver as legendas, <a href="http://www.tabelaperiodica.org/vendo-legendas-em-portugues-no-youtube/">clique aqui e aprenda como ativar a visualização</a>.<br />
<object width="640" height="505"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/dYyIoNA2DJk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/dYyIoNA2DJk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="505"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tabelaperiodica.org/ununhexio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ununpentio</title>
		<link>http://www.tabelaperiodica.org/ununpentio/</link>
		<comments>http://www.tabelaperiodica.org/ununpentio/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 21:43:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Elementos]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo 15]]></category>
		<category><![CDATA[Orbital p]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tabelaperiodica.org/?p=927</guid>
		<description><![CDATA[Uup Número atômico: 115 Massa atômica: [288] u (provável) Mais informações Este vídeo possui legendas em português. Se não está conseguindo ver as legendas, clique aqui e aprenda como ativar a visualização.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Uup</h1>
<p>Número atômico: 115<br />
Massa atômica: [288] u (provável)</p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ununpentio">Mais informações</a></p>
<p>Este vídeo possui legendas em português. Se não está conseguindo ver as legendas, <a href="http://www.tabelaperiodica.org/vendo-legendas-em-portugues-no-youtube/">clique aqui e aprenda como ativar a visualização</a>.<br />
<object width="640" height="505"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gCt5WK2OVp0&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/gCt5WK2OVp0&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="505"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tabelaperiodica.org/ununpentio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cassiopeia A em 3D e elementos</title>
		<link>http://www.tabelaperiodica.org/cassiopeia-a-em-3d-e-elementos/</link>
		<comments>http://www.tabelaperiodica.org/cassiopeia-a-em-3d-e-elementos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 17:41:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[ferro]]></category>
		<category><![CDATA[silício]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tabelaperiodica.org/?p=877</guid>
		<description><![CDATA[Imagem da Cassiopeia A, em cores falsas e obtida como uma composição de informação de três fontes. O vídeo abaixo demonstra a primeira reconstituição já feita em 3D, em diversos comprimentos de onda, de um remanescente de uma supernova. Esta magnífica visualização da Cassiopeia A (Cas A), é o resultado de uma explosão que ocorreu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tabelaperiodica.org/wp-content/uploads/2010/07/Cassiopeia_A_Spitzer_Crop-wiki.jpg" alt="cassiopeia A via wiki" title="Cassiopeia A Spitzer Crop " width="400" height="305" class="alignnone size-full wp-image-883" /><br />
<em>Imagem da Cassiopeia A, em cores falsas e obtida como uma composição de informação de três fontes.</em></p>
<p>O vídeo abaixo demonstra a primeira reconstituição já feita em <strong>3D</strong>, em diversos comprimentos de onda, de um remanescente de uma supernova.<br />
Esta magnífica visualização da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cassiopeia_A">Cassiopeia A (Cas A)</a>, é o resultado de uma explosão que ocorreu a aproximadamente 330 anos. A reconstituição da imagem utiliza dados na faixa do raio-X, obtidos pelo Chandra, dados em infravermelho obtidos pelo telescópio espacial Spitzer e dados ópticos obtidos por telescópios na superfície da Terra.<br />
A demonstração começa com uma visualização artística da estrela de nêutrons detectada previamente pelo Chandra.<br />
A região representada em verde está com uma predominância de <strong><a href="http://www.tabelaperiodica.org/ferro/">ferro</a></strong>, e foi observada por raios-X. A região amarela é uma combinação de <a href="http://www.tabelaperiodica.org/argonio/">argônio</a> e <a href="http://www.tabelaperiodica.org/silicio/">silício</a>, interpretada em espectro infravermelho, visível e de raios-X.<br />
A região em vermelho mostra restos mais frios vistos em infravermelho, e o azul mostra a camada de choque mais externa, primariamente detectada em raios-X.<br />
<em>(as informações narradas no vídeo estão transcritas acima)</em><br />
<object width="640" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4EHzrRAW3ng&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/4EHzrRAW3ng&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="385"></embed></object></p>
<p>O <a href="http://chandra.harvard.edu/">website do telescópio espacial Chandra</a> faz um belo trabalho de divulgação das imagens. Nestas inclui uma versão de uma tabela periódica que mostra em destaque os elementos presentes na Cassiopeia A.<br />
<a href="http://chandra.harvard.edu/resources/flash/periodic_tables.html"><img src="http://www.tabelaperiodica.org/wp-content/uploads/2010/07/tabela-cassiopeia-chandra.jpg" alt="Imagem pertence ao website do Chandra Utilizada apenas para fins ilustrativos e educacionais." title="tabela-cassiopeia-chandra" width="400" height="275" class="alignnone size-full wp-image-880" /><br />
<em>(clique para ver os detalhes)</em></a><br />
Elementos encontrados na Cassiopeia A (listados com os valores de abundância relativa):<br />
<a href="http://www.tabelaperiodica.org/hidrogenio/">Hidrogênio</a> &#8212; 300<br />
<a href="http://www.tabelaperiodica.org/helio/">Hélio</a> &#8212; 5200<br />
Oxigênio &#8212; 2400<br />
Carbono &#8212; 400<br />
Neônio &#8212; 100<br />
Ferro &#8212; 300<br />
Nitrogênio &#8212; 200<br />
Silício &#8212; 400<br />
Magnésio &#8212; 300<br />
Enxofre &#8212; 100<br />
Argônio &#8212; 40<br />
Cálcio &#8212; 20<br />
Níquel &#8212; 200<br />
Alumínio &#8212; 40<br />
Sódio &#8212; 20</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tabelaperiodica.org/cassiopeia-a-em-3d-e-elementos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Bananas são radioativas (e inofensivas)</title>
		<link>http://www.tabelaperiodica.org/bananas-sao-radioativas-e-inofensivas/</link>
		<comments>http://www.tabelaperiodica.org/bananas-sao-radioativas-e-inofensivas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 20:01:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tabelaperiodica.org/?p=859</guid>
		<description><![CDATA[Sim, as bananas são radioativas, e também os tijolos, tomates, granito, castanha do pará, diversos tipos de rochas, etc. Todos estes apresentam uma certa dose de radioatividade, que ocorre naturalmente e normalmente é inofensiva. Como todos sabem, e o Gustavo Kuerten muito mais, as bananas contém uma boa quantidade de potássio, este de grande valia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tabelaperiodica.org/wp-content/uploads/2010/06/bananas-flickr-ian-ransey.jpg" alt="" title="bananas verdes e maduras via IAN RANSLEY DESIGN + ILLUSTRATION" width="340" height="164" class="alignnone size-full wp-image-863" /><br />
Sim, as bananas são radioativas, e também os tijolos, tomates, granito, castanha do pará, diversos tipos de rochas, etc. Todos estes apresentam uma certa dose de radioatividade, que ocorre naturalmente e normalmente é inofensiva.</p>
<p>Como todos sabem, e o Gustavo Kuerten muito mais, as bananas contém uma boa quantidade de <strong><a href="http://www.tabelaperiodica.org/potassio/">potássio</a></strong>, este de grande valia na dieta, principalmente em exercícios físicos prolongados. E é este potássio o principal responsável pela pequena dose de radioatividade que existe em uma banana.</p>
<p>Para 100gramas de banana teremos em torno de 358mg de potássio. E desta quantidade, apenas uma fração será de <sup>40</sup>K, o potássio radioativo. São conhecidos ao todo 24 <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Isotopes_of_potassium">isótopos do potássio</a>, e três deles ocorrem naturalmente: <sup>39</sup>K (93.3% e estável), <sup>40</sup>K (<strong>0.0117%</strong> e radioativo) and <sup>41</sup>K (6.7% e estável).</p>
<p>A quantidade de <sup>40</sup>K em uma banana será mínima e dose de radiação decorrente da ingestão desta será <strong>desprezível</strong>. Tanto que quando a radiação é considerada baixa, alguns apelidam de ´<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Banana_equivalent_dose">dose equivalente a uma banana</a>´ . Mesmo se você comer diversas bananas por dia, a dose de potássio no seu corpo será praticamente constante devido aos mecanismos naturais de eliminação de excesso.</p>
<p><strong>Radioatividade em sal e tigela</strong></p>
<p>Em certas lojas especializadas é possível comprar um sal rico em cloreto de potássio, diferente do sal comum que é cloreto de <a href="http://www.tabelaperiodica.org/sodio/">sódio</a>. E por conter uma grande quantidade de potássio este sal também pode apresentar uma leve radioatividade.</p>
<p><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2aIF-UV7D4E&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;color1=0xe1600f&#038;color2=0xfebd01"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/2aIF-UV7D4E&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;color1=0xe1600f&#038;color2=0xfebd01" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></p>
<p>Agora compare com uma antiga tigela de cerâmica (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Fiesta_(dinnerware)">Fiestaware</a>) que continha uma camada colorida de óxido de <a href="http://www.tabelaperiodica.org/uranio/">urânio</a>, e que <strong>não é mais comercializada</strong> por causa da alta radiação que podia apresentar.<br />
O detector utilizado nesta demonstração está com uma sensibilidade alta, mas mesmo assim pode se perceber que esta tigela possui uma elevada radioatividade.<br />
<object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/FKn9zJuyfWQ&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;color1=0xe1600f&#038;color2=0xfebd01"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/FKn9zJuyfWQ&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;color1=0xe1600f&#038;color2=0xfebd01" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></p>
<p>Referências:<br />
- <a href="http://www.fas.harvard.edu/~scdiroff/lds/QuantumRelativity/RadioactiveHumanBody/RadioactiveHumanBody.html">http://www.fas.harvard.edu/~scdiroff/lds/QuantumRelativity/RadioactiveHumanBody/RadioactiveHumanBody.html</a><br />
- <a href="http://rerowland.com/K40.html">http://rerowland.com/K40.html</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tabelaperiodica.org/bananas-sao-radioativas-e-inofensivas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Neodímio</title>
		<link>http://www.tabelaperiodica.org/neodimio/</link>
		<comments>http://www.tabelaperiodica.org/neodimio/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 18:07:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Elementos]]></category>
		<category><![CDATA[Orbital f]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tabelaperiodica.org/?p=856</guid>
		<description><![CDATA[Nd Número atômico: 60 Massa atômica: 144,242(3) u Ponto de fusão: 1294 K (1021 °C) Ponto de ebulição: 3347 K (3074 °C) Mais informações Este vídeo possui legendas em português. Se não está conseguindo ver as legendas, clique aqui e aprenda como ativar a visualização.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Nd</h1>
<p>Número atômico: 60<br />
Massa atômica: 144,242(3) u<br />
Ponto de fusão: 1294 K (1021 °C)<br />
Ponto de ebulição: 3347 K (3074 °C)</p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Neod%C3%ADmio">Mais informações</a></p>
<p>Este vídeo possui legendas em português. Se não está conseguindo ver as legendas, <a href="http://www.tabelaperiodica.org/vendo-legendas-em-portugues-no-youtube/">clique aqui e aprenda como ativar a visualização</a>.<br />
<object width="640" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/PBbl-3_R3mk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/PBbl-3_R3mk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="385"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tabelaperiodica.org/neodimio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
