Uma seleção ampla de diversos textos, vídeos e informações relacionadas com a química e a tabela. Se você quer variedade, aqui é o seu lugar!

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Imagine uma tabela periódica gigante, com 3 metros de comprimento e 2 metros de altura, preenchida com amostras reais de praticamente todos os elementos químicos! Esta tabela periódica existe aqui no Brasil e faz parte de um projeto aberto à visitações* na Universidade Federal de Viçosa.

Neste mês de agosto de 2020 o espaço completou 10 anos de existência. Durante a sua história o local recebeu muitas visitas; incluindo a possibilidade de agendamento de realização demonstrativa dos seguintes experimentos:
-Produção e reatividade de halogênios.
-Produção e reatividade dos gases H2, O2 e Cl2.
-Comparação da reatividade de metais alcalinos e alcalinos terrosos.
-Semelhanças e diferenças nas propriedades químicas de metais de transição e representativos; densidade de metais e a tabela periódica.
-Aplicações de alguns elementos:
a. obtenção de espelhos de prata;
b. revelação de impressões digitais com iodo;
c. obtenção de FeSO4 a partir de ferro.
-Uso da eletrólise para a obtenção de substâncias elementares.

Equipe de professores e estudantes envolvidos no projeto (2019):

Professores
Marcelo R. L. Oliveira (Coordenador) – Química
Mayura M. M. Rubinger -Química
Emilio Borges – Química
Vânia Maria Teixeira Carneiro – Química

Estudantes
Jéssyka Emmille Soares da Cunha Secundino – Química
Marcos Vinícius de Sousa Pereira – Química
Artur Ramos Duarte – Química
Igor Martins Ximenes – Química
Eduarda Mara Elerate- Química
Maria Souza Albuine – Química
Jade Noronha Aquino – Química
Luely Neves Quintão- Química
Bibiane Lindsay Guimarães Martins- Química

Dica! Acompanhe as publicações da ‘Sala Mendeleev’ no Facebook, em https://www.facebook.com/salamendeleevufv

*Devido à pandemia de COVID-19 as visitações estão temporariamente suspensas.

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Com muito orgulho apresentamos a ‘Tabela Periódica Inclusiva’ criada por Alda Ernestina dos Santos.

Nas palavras de Alda – “Esta Tabela Periódica Inclusiva foi elaborada com o intuito de servir como material de apoio a professores(as) das disciplinas de Ciências e/ou Química que tenham alunos com deficiência auditiva, ou que simplesmente desejam conhecer a representação dos elementos químicos na Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) e utilizar tal linguagem para se referir aos elementos químicos.”

Cada elemento aparece com seu símbolo em Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). Por exemplo, o Hélio (He) está com a informação em libras das letras He.

Neste link (abaixo) você pode fazer um download da versão em PDF do material. E pode inclusive navegar clicando em cada elemento químico (na página 7) e retornar usando as setas em cada elemento. Indicamos usar o leitor de PDF Acrobat Reader.

Clique aqui e baixe aqui o material.

( https://www.tabelaperiodica.org/wp-content/uploads/2020/07/TABELA-PERIÓDICA-INCLUSIVA-PROFª-ALDA-ERNESTINA.pdf )

Em breve será criado uma versão em app para telefones celulares. Aguarde! Avisaremos aqui no site assim que estiver pronto!

Um pouco sobre Alda Ernestina dos Santos: “Doutora e Mestre em Química pela UFRJ, possui licenciatura plena em Química. É professora do Núcleo de Química do IFMG campus Bambuí, onde está atualmente como membro do Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas (NAPNEE) da instituição.”

Veja mais tabelas da nossa coleção, clique aqui.

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O elemento hólmio pode providenciar propriedades magnéticas interessantes e tem (potencial) aplicação na fabricação de equipamentos médicos de Imagem por ressonância magnética e eletrônica computacional de armazenamento de informação.

Os compostos contendo hólmio podem ter uma propriedade interessante – a mudança de cor conforme o tipo de luz que é incidida sobre a amostra. No vídeo abaixo, do canal Thoisoi2, você pode ver a interessante mudança de cor do sulfato de hólmio quando sob luz fluorescente ou luz led.

Os principais minerais que contém uma certa quantidade de hólmio são a monazita e gadolinita.

Vídeo com legenda em português.

Texto e legenda escritos por Prof. Dr. Luís Roberto Brudna Holzle luisbrudna@gmail.com. Licenciatura em química – Universidade Federal do Pampa.

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Reação do itérbio metálico.

Se você quiser visitar um local que tem uma grande relação com os elementos da tabela periódica, a melhor opção é a mina de Ytterby, na Suécia. Nesta localidade existem diversos minerais, que são ricos nos elementos itérbio, ítrio, érbio e térbio.

Uma visita realizada por Maxim Thoisoi mostra que a mina original está desativada. E que os locais mais ricos em minerais interessantes podem ser identificados com ajuda de um contador Geiger – que neste caso mostra a presença de um pouco do elemento radioativo tório.

No vídeo abaixo você poderá ver também que o itérbio reage facilmente com ácido clorídrico, formando o instável cloreto de itérbio (II).

Vídeo com legenda em português.

Texto e legenda escritos por Prof. Dr. Luís Roberto Brudna Holzle luisbrudna@gmail.com. Licenciatura em química – Universidade Federal do Pampa.

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Composto contendo lutécio.

O elemento lutécio tem o maior ponto de fusão entre os lantanoides. E tem uma aparência metálica muito semelhante aos outros elementos deste grupo.

A dificuldade de purificação do lutécio faz o seu preço ser um tanto caro, algo em torno de 10 dólares por grama.

No vídeo abaixo, do canal Thoisoi2, você poderá ver demonstração de uma reação com o ácido clorídrico. Além de algumas considerações sobre o uso industrial e tecnológico – principalmente em equipamentos médicos.

Uma curiosidade é que uma amostra de lutécio pode ser levemente radioativa – devido aos métodos de purificação, que favorecem a manifestação do isótopo lutécio-176.

Vídeo com legenda em português.

Texto e legenda escritos por Prof. Dr. Luís Roberto Brudna Holzle luisbrudna@gmail.com. Licenciatura em química – Universidade Federal do Pampa.

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Oxidação do háfnio em uma chama.

O háfnio é um elemento que está localizado no grupo 4 da tabela periódica, e tem propriedades em comum com os elementos zircônio e titânio.

O háfnio é um metal relativamente caro, por ser difícil de extrair e purificar – com um preço que está em torno de 10 dólares por grama. Este é um fator que diminui bastante a gama de produtos nos quais é utilizado comercialmente.

A mineração do háfnio está muito ligada ao interesse pelo elemento zircônio usado em usinas nucleares. A diminuição do interesse pelo zircônio metálico fez o preço do háfnio aumentar nos últimos anos.

Não reage muito facilmente com ácido clorídrico ou ácido nítrico; e se mostra reativo quando colocado em ácido fluorídrico.

Veja estas e outras informações no vídeo abaixo – incluindo uma bela demonstração de anodização do metal.

O vídeo possui legendas em português; ative a exibição pelo YouTube.

Texto e legenda escritos por Prof. Dr. Luís Roberto Brudna Holzle luisbrudna@gmail.com. Licenciatura em química – Universidade Federal do Pampa.