Uma seleção ampla de diversos textos, vídeos e informações relacionadas com a química e a tabela. Se você quer variedade, aqui é o seu lugar!

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Já existem diversos vídeos pelo YouTube demonstrando como o alumínio fica bastante frágil e quebradiço depois de ter sido exposto ao elemento gálio. Como a polêmica destruição de um iPhone com gálio!

O procedimento é relativamente simples – basta deixar a peça de alumínio em contato com gálio líquido por vários dias. O gálio é um metal que facilmente fica líquido, basta deixar o sistema aquecido em uma temperatura acima de 29,76°C.

O fenômeno da fragilização acontece pois o gálio penetra na estrutura do alumínio formando uma liga. E, como o canal NurdRage alerta no vídeo abaixo, este processo não deve ser chamado de amálgama – já que a palavra é por definição uma liga que necessariamente contenha mercúrio (o que não é o caso).

Veja no vídeo abaixo o procedimento usado na destruição de um taco de alumínio de beisebol. (vídeo com legenda em português)

Mas, e como recuperar e purificar o gálio metálico que ficou impregnado no alumínio? O NurdRage sugere algumas alternativas no vídeo a seguir.

De início ele comenta que a sugestão de promover uma reação da liga com água não é uma boa alternativa devido à baixa concentração de gálio no material a ser recuperado. Então ele parte para uma tática um pouco mais agressiva; com o uso de uma solução aquosa de hidróxido de sódio. Os detalhes do procedimento, das quantidades utilizadas e das reações, podem ser acompanhados no vídeo abaixo (com legenda em português).

Atenção! O procedimento de recuperação do gálio envolve uso de reagentes perigosos e somente deve ser feito com uso de equipamento de proteção adequado e por pessoas com treinamento para tal atividade.

Texto e legenda escritos por Prof. Dr. Luís Roberto Brudna Holzle – luisbrudna@gmail.com – Universidade Federal do Pampa – Licenciatura em Química.

Dica de material semelhante:
Mudança de fase do elemento gálio
Comparando gálio com mercúrio
Fazendo um espelho com gálio

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O colega Alfredo Luis Martins Lameirão Mateus gentilmente cedeu um material muito interessante, no qual temos a possibilidade de imprimir um elemento químico por página em tamanho de folha A4.

Cada página impressa terá o símbolo e número atômico de todos os elementos químicos da tabela periódica.

Exemplo de um dos arquivos disponíveis para impressão.

Existem diversos usos possíveis para este material. Uma opção seria criar uma tabela humana gigante, na qual cada pessoa segura um dos elementos!

Acesse o material para impressão pelo link abaixo:

https://drive.google.com/open?id=1-bBnXFLvzGtW5LTaU20quBnyKYTRNkI-

Sugestão: Você pode usar folhas de cores diferentes para imprimir o material.

Bônus: Estão disponíveis também arquivos com mais arquivos para imprimir na mesma folha, para que você possa criar ‘cartões’ com os elementos. Neste caso a sugestão é usar uma folha com uma gramatura maior.

Material em licença Creative Commons BY-NC-SA – Cite o autor Alfredo Luis Martins Lameirão Mateus .

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Na União Soviética, em 29 de setembro de 1957, o governo iniciou uma evacuação de emergência para remoção população próxima ao centro de desenvolvimento de armas nucleares, de Mayak, após a explosão de um sistema de armazenamento de aproximadamente 80 toneladas de resíduos radioativos. Na ‘Escala Internacional de Acidentes Nucleares’ que vai de 0 (pouco grave) a 7 (grave), o acidente, conhecido como ‘Acidente de Kyshtym’, foi classificado como sendo de nível 6!

Além do acidente ocorrido no armazenamento de material radioativo a região já vinha sendo gradativamente contaminada, com constantes despejos em água de resíduos altamente radioativos de plutônio, atingindo na região o rio Techa e os lagos Kyzyltash, Irtyash e Karachay.

O grau de comprometimento do antigo Lago Karachay pode ser tão elevado que se compararia à impressionante radioatividade liberada no acidente em Chernobyl. Sendo que alguns o apelidaram de ‘o local mais poluído na Terra!’.

Pelo sistema ‘máquina do tempo’ do Google Maps, que permite ver como uma região mudou ao longos dos anos, é possível perceber que nos últimos anos alguma atividade (de limpeza?) parece estar acontecendo no local – Veja a animação pelo link https://earthengine.google.com/timelapse#v=55.67563,60.77498,11.487,latLng&t=0.5&ps=50&bt=19840101&et=20181231&startDwell=0&endDwell=0

Mapa da região onde ficam os lagos.

Na época a agência americana CIA ficou sabendo do acidente mas não divulgou nada com receio que a informação pudesse causar medo na população americana em relação aos projetos de pequisa nuclear que já estavam em desenvolvimento nos Estados Unidos.

O canal Kento Bento conta em detalhes esta impressionante história – veja no vídeo abaixo.

Vídeo com legenda em português.

Você pode conhecer um pouco mais sobre as antigas instalações secretas da cidade de Ozyorsk, na União Soviética no documentário ‘City 40‘ (atualmente disponível pelo Netflix Brasil). E ficará surpreso ao saber que muitas pessoas ainda vivem naquela região!

Texto e legenda escritos por Prof. Dr. Luís Roberto Brudna Holzle ( luisbrudna@gmail.com ) – Universidade Federal do Pampa – Licenciatura em Química.

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Urânio metálico

Maxim Bilovitskiy, do canal Thoisoi, visitou um laboratório certificado para trabalhar com urânio radioativo. Sendo esta uma das poucas formas seguras para se mostrar na prática as propriedades químicas e físicas do elemento.

Os óxidos de urânio chegaram a ser utilizados pela indústria do vidro para adicionar uma coloração esverdeada ao material. Este tipo de vidro tem uma radioatividade baixa e um brilho característico se iluminada com luz ultravioleta. Talvez este seja um dos motivos dele frequentemente aparecer brilhando em filmes e séries.

É difícil visualizar a superfície do urânio metálico sem óxido, pois a reatividade é alta e em presença de ar logo formará uma camada escura sobre o metal. E por isso é normalmente armazenado em atmosfera do gás inerte argônio. E, pela primeira vez no YouTube, você terá o privilégio de observar como é a queima de um filamento de urânio!

As mudanças de estado de oxidação do urânio costumam produzir variações de cores; sendo isso demonstrado no vídeo abaixo em uma comparação de dois compostos formados com iodo.

Vídeo com legenda em português.

Atenção! Evite o contato prolongado com minerais ou vidros que contenham urânio em sua composição. O manuseio somente deve ser feito com conhecimento adequado e informação sobre a radioatividade. Não tente realizar procedimentos de purificação do material.

Legenda e texto escritos por Prof. Dr. Luís Roberto Brudna (luisbrudna@gmail.com) – Universidade Federal do Pampa – Licenciatura em Química.

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Reação do elemento rubídio ao ser exposto ao ar (e umidade).

O canal Thoisoi2 fala sobre a altíssima reatividade do elemento rubídio – pertencente ao grupo da tabela conhecido como ‘metais alcalinos’.

Normalmente as amostras do elemento rubídio são vendidas em ampolas seladas que podem conter um gás inerte para evitar a reação com o ar (e umidade). O primeiro desafio é conseguir abrir a ampola sem expor o elemento fortemente reativo; e o Maxim Thoisoi resolveu transferir para um frasco que continha querosene – e mesmo assim a superfície do rubídio começou a apresentar sinais de reação.

No vídeo abaixo também é possível acompanhar a famosa reação explosiva do rubídio em água. Além de reações com areia, álcool etílico e também enxofre.

Infelizmente é um tanto caro repetir este tipo de experimento. Uma ampola com 10 gramas pode custar algo em torno de 340 euros.

Vídeo com legenda em português.

Texto e legenda escritos por Prof. Dr. Luís Roberto Brudna Holzle [ luisbrudna@gmail.com ] – Química ´Licenciatura´- Universidade Federal do Pampa.

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Abaixo segue uma seleção de algumas das tabelas periódicas produzidas neste projeto, e que merecem destaque.

Tabela gigante com usos dos elementos – versão para impressão

Acesse o material em https://www.tabelaperiodica.org/tabela-periodica-gigante-para-imprimir-com-os-usos-dos-elementos-quimicos/.

Tabela com minerais

Acesse o material em https://www.tabelaperiodica.org/tabela-periodica-com-minerais-em-versao-gigante-para-impressao/

Versão em cubos – para uso em sala de aula

Acesse o material, com todos os elementos químicos, em https://www.tabelaperiodica.org/tabela-periodica-em-cubos-para-impressao-versao-educacional/

Seleção de imagens de nossa conta no Instagram

Veja em https://www.tabelaperiodica.org/tabela-periodica-no-instagram/

Versão com espectros eletromagnéticos na região do visível

Disponível em https://www.tabelaperiodica.org/tabela-periodica-com-espectros-de-emissao-atomica-dos-elementos/ .

Com códigos QR (em português)

Link https://www.tabelaperiodica.org/tabela-periodica-qr-em-portugues/

Elementos químicos em folhas A4 – para impressão

Link: https://www.tabelaperiodica.org/elementos-quimicos-em-folhas-a4-para-impressao/

Imitando um mapa de metrô

elementos organizados como estações de metro

Em https://www.tabelaperiodica.org/mapa-dos-elementos-quimicos/