Uma seleção ampla de diversos textos, vídeos e informações relacionadas com a química e a tabela. Se você quer variedade, aqui é o seu lugar!

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reação de cloreto de gadolínio

O elemento metálico gadolínio possui propriedades químicas e físicas bem interessantes. No vídeo abaixo o canal Thoisoi2 demonstra que um pedaço do elemento pode ser atraído por um ímã, e em como isso poderia ser utilizado em sistemas magnetocalóricos de refrigeração.

Na sequência Thoisoi2 mostra a produção de cloreto de gadolínio (GdCl3) e gás hidrogênio a partir de uma reação de ácido clorídrico com um pouco de gadolínio puro. O cloreto de gadolínio é então utilizado para gerar belos precipitados de ferro-cianeto de gadolínio e posteriormente Gd(VO3)3.

Como outros lantanoides o gadolínio consegue reagir com ácido acético formando então acetato de gadolínio, que se decompõem pela hidrólise com a água presente no meio.

O elemento está também presente na substância Gadodiamida (abaixo) usada em contraste em alguns procedimentos médicos de ressonância magnética.

estrutura química da substância gadodiamida

Vídeo com legenda em português.

Texto e legenda escritos por Prof. Dr. Luís R. Brudna Holzle ( luisbrudna@gmail.com ). Universidade Federal do Pampa – Bagé. Licenciatura em química.

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tabela com código QR para cada elemento químico

Tabela QR para imprimir:
Versão em arquivo PNG (para baixar clique aqui)

Os códigos QR apontam para o material deste site, no qual você terá acesso a mais de 250 vídeos sobre os elementos químicos!

Como imprimir?

A impressão deve ser feita em tamanho grande. É possível fazer uma impressão inteira em um banner ou tentar uma impressão em várias folhas tamanho A4. Na opção de várias folhas deve-se tomar o cuidado para imprimir de forma com que os códigos QR não fiquem muito cortados. Os cortes e falhas nos códigos podem dificultar ou impossibilitar a leitura pelo aplicativo no celular.

Dica de impressão em várias folhas pelo programa Paint. Veja nas duas imagens abaixo as instruções para este procedimento. Observe que em algumas impressoras ficará uma fina borda branca na impressão final; que deve ser recortada ou eliminada na colagem da tabela.

O que é um código QR?

É um código de barras que pode ser lido pela câmera do celular por um aplicativo específico para leitura de código QR.

Como posso ler um código QR? Qual aplicativo (app) devo utilizar?

Indicamos o aplicativo ‘Google Lens’ para Android. Ou então outros aplicativos disponíveis na ‘Play Store’ ou ‘App Store’.

Dica importante:
– Não faça a impressão do material em uma folha pequena. Aplicativos não conseguirão ler os códigos QR quando estiverem em um tamanho muito pequeno.

Este material foi criado pelo Prof. Dr. Luís Roberto Brudna Holzle ( luisbrudna@gmail.com ), e pode ser utilizado livremente desde que citada a fonte (www.tabelaperiodica). A comercialização é proibida!

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ilustração divertida de hélio escapando para o espaço
Não, não é a Terra rindo! São átomos de hélio escapando para o espaço! 🙂

Infelizmente alguns elementos muito úteis em aplicações industriais, científicas e cotidianas são bastante raros na Terra. Um desses elementos raros é o hélio!

O hélio é um gás bastante escasso na atmosfera, sendo apenas 0,00052% da composição total de gases que respiramos. E pior! O hélio que for liberado na atmosfera lentamente escapa para o espaço – já que as condições médias de pressão e temperatura não são eficientes em prender os átomos junto ao planeta.

As reservas que temos estão presas em rochas, sendo em boa parte produzido pelo lento decaimento de elementos radioativos ao longo de milhões de anos. Não existindo uma forma econômica de produzir artificialmente em grandes quantidades. E é junto às reservas de gás natural que encontramos uma concentração de hélio suficiente para compensar a sua purificação e estocagem.

Não seria interessante uma escassez de um elemento tão importante!
Veja algumas das aplicações:
– como atmosfera inerte em processos industriais e laboratoriais
– em soldagem em altas temperaturas; quando a presença de ar (
oxigênio, nitrogênio…) poderia enfraquecer a solda
– hélio líquido é utilizado como líquido refrigerante em aparelhos de ressonância magnética
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em dirigíveis e balões recreativos; principalmente por não ser inflamável como o hidrogênio
– em misturas gasosas para mergulho em grandes profundidades; sendo conhecidas como Trimix, Heliox e Heliair, dependendo das proporções e diferente gases misturados com o hélio
– detecção de vazamentos
– em laser; misturado com 
15% de neônio (HeNe laser)
– em disco rígido para computadores; a presença do gás no interior do equipamento torna a operação mais rápida e precisa
– em cromatografia gasosa; como gás carreador
– na forma líquida é utilizado na refrigeração de equipamentos científicos de grande precisão; por exemplo, são necessários aproximadamente 120 toneladas de hélio para refrigerar o Grande Colisor de Hádrons.

Existem diversas estimativas das quantidades totais de hélio existentes e de quantos anos levaremos para consumir. Podemos enfrentar dificuldades nos próximos 100 anos; e tudo depende do nosso comportamento em não desperdiçar esse precioso elemento!

Vídeo com legenda em português. Ative a exibição pelo YouTube.

Legenda e texto escritos por Prof. Dr. Luís Roberto Brudna Holzle ( luisbrudna@gmail.com ). Universidade Federal do Pampa (Bagé) – Licenciatura em Química.

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Atualizações em 2019: O que mudou? Atualizamos o peso atômico do elemento químico argônio e reformulamos a exibição de alguns dados para aproximar da versão oficial da IUPAC (International Union of Pure and Applied Chemistry). As informações estão em português do Brasil.

Versão com peso atômicos simplificados [indicada para estudantes].

Preto e branco

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Colorida

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Versão com intervalos de peso atômicos [indicada para os que desejam mais detalhes nos pesos atômicos dos elementos].

Preto e branco

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Acesse mais material no nosso acervo – clique aqui.

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VIa SenseiAlan no Flickr.
Antigo anúncio de uma tinta branca contendo chumbo.

O apresentador do canal Chubbyemu – professor de medicina na Universidade de Illinois (EUA) – relata o interessante caso de uma criança de 4 anos de idade que ingeriu uma perigosa quantidade de tinta de um brinquedo antigo que continha chumbo em sua composição.

Chubbyemu descreve com detalhes a presença e efeitos do chumbo no cérebro, rins, sangue e ossos; e em como os sintomas surgem conforme aumentam os níveis tóxicos do chumbo no organismo. Além de ressaltar que exposições na infância podem ter um longo impacto na vida do paciente.

Alertamos que não é necessário pânico em relação à tinta nos brinquedos vendidos atualmente – e que possuem selo de qualidade – pois a legislação proíbe a presença de chumbo na composição. Mas ainda resta a cautela com brinquedos antigos, tintas velhas e materiais com procedência duvidosa.

Vídeo com legenda em português (Brasil).

No Brasil a ANVISA estabelece um limite máximo de 0,05 mg de chumbo por quilograma de suco ou néctares de frutas (RESOLUÇÃO – RDC Nº 42, DE 29 DE AGOSTO DE 2013). E aparentemente não temos recomendações de limites de consumo de sucos de frutas no Brasil.

Atenção! Não utilize este texto ou vídeo como uma fonte de informações de avaliação final de sintomas! Procure um médico!

Aos que estão interessados em mais informações e referências indico ler a descrição do vídeo https://www.youtube.com/watch?v=5qHxEjINCAg no qual Chubbyemu fez uma coleção de artigos sobre o tema.

Texto e legenda escritos por Prof. Dr. Luís Roberto Brudna Holzle ( luisbrudna@gmail.com ). Universidade Federal do Pampa (Bagé) – Licenciatura em Química.

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símbolo material venenoso

Automumificação! O que é isso?! São procedimentos e comportamentos nos quais a própria pessoa prepararia o seu corpo em vida para se tornar uma múmia após a morte.

Como o arsênio entra nesta história? O arsênio é um elemento químico que costuma formar diversas substâncias tóxicas, e em humanos não tem importância biológica evidente – apesar de aparentemente ter alguma utilidade em metabolismo de aves e alguns mamíferos. Acima de uma certa quantidade o arsênio começa a ser tóxico até mesmo para os micro(organismos) que participam do processo de decomposição do corpo após a morte. Então um organismo repleto de arsênio tem uma maior chance de gerar uma múmia.

Arqueólogos atribuem ao arsênio a eficiência de mumificação em múmias de Chinchorro, no Chile; na Catacumba dos Capuchinhos de Palermo, Itália; e nas práticas de automumificação no Japão.

No vídeo abaixo Evan Hadfield, do canal Rare Earth, visitou o Japão e conta um pouco mais sobre este curioso ritual e suas raízes históricas. Ressaltando que em um dos casos o praticante viveu por meses em uma dieta restrita de sementes e pequenos frutos, para aos poucos emagrecer até o limite; então passando a comer cascas e caruma (agulha de pinheiro). E mesmo com toda dedicação ele falhou em tornar-se múmia. Os seguidores da técnica adicionaram então passos ainda mais extremos, como beber a água de um lago contaminado com arsênio e um chá com laca ou verniz!

Vídeo com legenda em português. Ative a exibição da legenda pelo YouTube.

Legenda e texto escritos por Prof. Dr. Luís Roberto Brudna Holzle ( luisbrudna@gmail.com ) – Universidade Federal do Pampa (Bagé) – Licenciatura em Química.